• 17 Abr 2018
    Atenção! Maio, mês do coração.

    Atenção! Maio, mês do coração.

    Promoção durante todo o mês para o curso SBV-DAE Profissionais de saúde.
    Antes: 100€ Agora: 70€

    Cursos em Lisboa e Porto todas as 6ªs feiras:
    4, 11, 18 e 25 de Maio

    Aproveite esta oportunidade e inscreva-se já!

    • 06 Out 2017
    Tu também tens super poderes!

    Tu também tens super poderes!

    No passado dia 3 de Outubro a Ocean Medical fez uma acção de sensibilização em suporte básico de vida e DAE para alunos do 9º ano no Colégio Salesianos de Manique. Com o lema “Tu também tens super poderes. Salva uma vida” mostrámos que é possível melhorar a taxa de sobrevivência das vítimas de PCR em Portugal. Parabéns aos Salesianos de Manique!

    • 11 Mai 2017
    Novidade! Curso SBV e DAE INEM

    Novidade! Curso SBV e DAE INEM

    Irá decorrer no próximo dia 27 de Maio em Lisboa, um curso de formação em SBV e DAE, direccionado para qualquer cidadão a partir dos 14 anos. Ministrado pela Ocean Medical, é considerado um curso inovador que foca a importância do Suporte Básico de Vida e a utilização assim que possível de um Desfibrilhador Automático Externo. Inscreva-se já!

    Próximas datas: 24 de Junho e 15 de Julho.

    • 28 Jul 2016
    EVENTOS EM DESTAQUE

    EVENTOS EM DESTAQUE

    EMS2017

    //O 2º Congresso Europeu de Serviços de Emergência Médica terá lugar de 22 a 24 Maio 2017, em Copenhaga, Dinamarca.

    EMS2017 @ http://ems2016.org/

     

    resus-2016

    // O Congresso Europeu de Ressuscitação do Conselho Europeu de Ressuscitação terá lugar entre nos dias 24 e 25 de Setembro de 2016, em Reykjavik, Islândia.

    RESUSCITATION2016: The ERC Congress on education @ https://congress2016.erc.edu/index.php

     

    logotipo_spmi

    // II Congresso Nacional de Urgência: “O tempo da urgência” @ http://www.spmi.pt/noticias_.php?id=55. Terá lugar nos dias 1 e 2 de Outubro, em Braga.

    • 28 Jul 2016

    Será que devemos tratar a fibrilhação ventricular refratária com dupla desfibrilhação sequencial?

    J Emerg Med. 2016 Jun 28. pii: S0736-4679(16)30154-8. doi: 10.1016/j.jemermed.2016.05.024.

    Refractory Ventricular Fibrillation Successfully Cardioverted With Dual Sequential Defibrillation.

    Sena RC1, Eldrich S2, Pescatore RM2, Mazzarelli A 2, Byrne RG2.

    Abstract

    BACKGROUND:

    Current guidelines for the treatment of adult patients in cardiac arrest are supplied by the American Heart Association through basic life support and advanced cardiovascular life support (ACLS) provider courses. When treatments defined by the ACLS guidelines are unsuccessful in terminating a lethal dysrhythmia, the use of alternative strategies may prove useful. In this case, two defibrillators were used to deliver a greater than normal energy waveform over an extended time interval to return a patient to a normal sinus rhythm.

    CASE REPORT:

    A 56-year-old woman presented to the emergency department with complaints of chest pain, nausea, and vomiting. The patient’s initial work-up, including an electrocardiogram and cardiac troponin, did not show evidence of acute ischemia, and she was admitted to the observation unit for further evaluation. While in the emergency department, the patient developed ventricular fibrillation, and ACLS was initiated. After four unsuccessful defibrillation attempts, a second defibrillator was placed on the patient, and the two were activated almost simultaneously. The patient had immediate return of spontaneous circulation, underwent cardiac catheterization, and was discharged home 1 week later. WHY SHOULD AN EMERGENCY PHYSICIAN BE AWARE OF THIS?: This case shows that dual sequential defibrillation may be a successful method for terminating refractory ventricular fibrillation. Further investigation on cardiac resuscitation should be conducted to standardize the dual sequential defibrillation delivery procedure. Until such guidelines are established, physicians should take this treatment into consideration when standard ACLS measures have failed to successfully terminate refractory ventricular fibrillation.

    Link para artigo completo: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0736467916301548

    • 28 Jul 2016
    Parabéns Pupilos do Exército por mais esta fantástica atividade!

    Parabéns Pupilos do Exército por mais esta fantástica atividade!

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    Porque acreditamos que é possível massificar o ensino de SBV e melhorar a taxa de sobrevivência das vítimas de PCR em Portugal.

    • 28 Jul 2016
    Ocean Medical no ENEE 2016

    Ocean Medical no ENEE 2016

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    A Ocean Medical esteve presente no 37º Encontro Nacional de Estudantes de Enfermagem que decorreu nos passados dias 23 a 28 de Maio em Mira.
    Participou na componente formativa com um workshop de suporte básico de vida com DAE.

    • 28 Jul 2016
    Apenas 2 passos fazem a diferença!

    Apenas 2 passos fazem a diferença!

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    A Ocean Medical no âmbito da campanha de promoção do CPR Week da American Heart Association, foi organizadora e promotora de diversos eventos de sensibilização de Suporte Básico de Vida, treinando cerca de 650 pessoas.

    Nos passados 2 meses, a Ocean Medical promoveu e organizou: um Mass Training para 350 alunos de Medicina integrado no evento AIMS Meeting; um Mass Training para cerca de 100 Guias de Portugal com o apoio da Escola de Reanimação do Hospital Fernando Fonseca; em parceria com a S.R. do Sul da Ordem dos Enfermeiros um Mass Training para 100 pessoas no dia do Enfermeiro; e apoiou ainda o Mass Training dos Pupilos do Exercito integrado nas comemorações do dia da Unidade.

    • 28 Jul 2016
    Entrevista ao nosso formador, o Enfermeiro Pedro Caldeira

    Entrevista ao nosso formador, o Enfermeiro Pedro Caldeira

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    “Salvar uma vida é uma das melhores emoções que podemos sentir, contribuir para que mais vidas sejam salvas, treinando e formando outras pessoas para que as mesmas sejam capazes de o fazer, faz-me sentir profissionalmente realizado.”

    Fala-nos um pouco do teu percurso enquanto formador.

    Comecei bastante cedo, ainda como aluno de Enfermagem, já possuía o curso de Tripulante de Ambulância de Transporte, cedo tirei o CAP e ainda me lembro da minha primeira ação de formação em Suporte Básico de Vida (SBV), no Instituo Superior Tecnico de Lisboa para alunos do curso de Engenharia Bio-Médica. Um ano depois recebi uma sms de um deles que marcou o meu percurso no curso de Enfermagem e na área da formação, o David Afonso (decerto que me vai permitir esta referência) agradecia-me nessa sms pois o mesmo tinha sido capaz de salvar uma vida na estação da Damaia a uma pessoa em paragem cardiorrespiratória com as manobras de SBV que tinha aprendido. Salvar uma vida é uma das melhores emoções que podemos sentir, contribuir para que mais vidas sejam salvas, treinando e formando outras pessoas para que as mesmas sejam capazes de o fazer, faz-me sentir profissionalmente realizado. Senti na altura, com 20 anos que seria este o percurso que queria percorrer. Quando terminei o curso, trabalhei para algumas empresas privadas na área da formação em emergência médica, até que surgiu o convite para integrar o projecto Ocean Medical, na altura feito pelo Dr. Luis Cabral, projecto esse que abracei desde o início e onde comecei como instrutor de SBV da American Heart Association. Cresci dentro da Ocean Medical, colaborei junto de outros centros de treino da AHA, junto do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores e mais tarde  fui convidado a assumir a coordenação do Departamento de Formação da Ocean Medical. Hoje formamos cerca de 3200 formandos por ano. Algo que me orgulha e me faz olhar para o futuro com confiança mas também com vontade de melhorar.

     

    Quais os aspetos mais difíceis em formação em teu entender?

    A formação de adultos é um enorme desafio, muda de grupo para grupo, de pessoa para pessoa, pois cada um tem o seu passado e a sua história, assim levanto 3 pontos essenciais:

    A experiência do formando. A experiência de cada um é um aspeto fundamental no processo de aprendizagem, enquanto formador estes aspetos têm que ser tomados em conta a toda a hora.  A formação de excelência vai de encontro à necessidade e integra o passado do formando na própria ação.

    A motivação do formando. Podemos ser os melhores professores do mundo, ter os melhores manuais, ter os melhores recursos pedagógicos que se não formos capazes de motivar o formando não vamos pura e simplesmente gerar aprendizagem. 

    A exigência. Quando falamos de formação em urgência/emergência médica, não há margem para erro, a ciência avança a um ritmo louco, diariamente são publicados artigos e estudos que contribuem para a mudança nos cuidados diferenciados, enquanto instrutor nesta área a actualização de conhecimentos e competências tem que ser uma constante. O trabalho de formador não é algo inerte, mas sim um processo continuo, onde em cada curso aprendemos algo de novo com os formandos, num processo dinâmico de aprendizagem, é um desafio constante. Um instrutor/formador de excelência é aquele que consegue um equilíbrio entre as capacidades e competências pedagógicas com a competência e conhecimento científico.

     

    Que competências e/ou características tem de ter um bom formador?

    Já aqui falei da capacidade científica, da necessidade de possuir uma boa base teórica. Contudo a mesma tem que ser alicerçada com uma boa capacidade de comunicação. Tem que ser alguém dinâmico, versátil e com uma grande capacidade de adaptabilidade. Por exemplo se estivermos num local remoto, a ministrar um curso de Suporte Avançado de Vida e o gerador falhar, temos que ser capazes de substituir o monitor desfibrilhador, o manequim e acima de tudo dar ao grupo a ideia de que tudo estava previsto, que tudo está sob controlo. A formação de adultos nesta área tão particular, obriga ainda o mesmo a deter uma boa dose de humanidade, ética e uma procura incessante da excelência.

     

    Dá-nos 3 conselhos para ser um bom formador.

    Todos nós temos as nossas referências. Eu tenho as minhas e tive a sorte de as poder acompanhar por muitos anos. Faz o mesmo, retira o melhor de cada uma das tuas referências e forma o teu próprio perfil.  

    Define o que pretendes, qual a tua área de trabalho e procura especializar-te na mesma. Não pretendas ser especialista em tudo. Foca-te num tema, trabalha o mesmo, estuda o mesmo. Ao diferenciares-te numa área, terás um maior valor enquanto profissional. Procura sempre ser o conhecimento, expande as tuas fronteiras. Ao conhecer peritos internacionais abrirás a tua mente a diferentes abordagens.

    Sê humilde. Escuta os teus colegas. Escuta as tuas referências. Mas acima de tudo escuta os teus formandos. No final de cada sessão, mesmo que os mesmos já o tenham escrito, dá espaço aos mesmos para se expressarem sobre o que gostaram mas acima de tudo sobre o que podia ter sido feito de forma diferente. O feedback dos teus formandos ajudar-te-á a melhorar. Uma vez por ano, assume o papel de formando e faz um curso lá fora ou noutra instituição, põe-te à prova e aprende com outros formadores, com os métodos deles e formas de estar.

     

    Qual o futuro da formação em Portugal?

    Portugal tem muito a trabalhar e a crescer. A nossa realidade actual em comparação com a restante União Europeia e o Estados Unidos da América, mostram uma grande necessidade de formação e de treino na área da emergência médica junto dos profissionais de Saúde, mas se olharmos para as necessidades formativas na área do SBV e dos Primeiros Socorros junto da população em geral a diferença é ainda maior. 

    Há que apostar na profissionalização dos Centros de Formação. Há que garantir uma maior qualidade dos mesmos, através de um maior controlo e auditoria por parte das instituições que regulam esta área. 

    Acredito que a área da simulação clínica poderá ser algo a surgir em breve com maior força, decerto que será algo a seguir de perto, mas se não temos ainda a cultura de formação de base de competências em urgência e emergência médica, logo não vejo grande capacidade de crescimento numa área onde o maior foco é o treino.

    Portugal já tem centros de excelência com reconhecimento internacional, basta olhar para o prémio Silver Recognition Award da AHA recentemente atribuído à Ocean Medical, contudo é ainda necessário trabalhar a área da investigação. Um centro de formação de referência necessita de alicerçar a sua competência técnica, pedagógica com a sua competência científica, este terá que ser o caminho.

    • 21 Nov 2014
    2000 Alunos Formados!

    2000 Alunos Formados!

    Hoje atingimos a marca dos 2000 alunos formados este ano. A todos o nosso muito obrigado!